sexta-feira, 27 de setembro de 2024

MAIS HISTÓRIAS DOS GONÇALVES EM BELISÁRIO

Agora elas virão do Dr. Flávio Calais, belisariense da tradicional família Calais, que faz parte da história de Belisário, hoje residindo em BH.
Sua mãe, a Professora Maria Amélia Meireles Calais, dá nome à nossa Escola Municipal.
Ele Frequentou muito belisário nesse tempo que lá moramos.  Aqui, em 2016, numa homenagem à amiga Nina Campos.
Agora em dezembro de 2021, identificando pessoas no Museu Tica-Tac.
Ache Salvador nessa foto.
Lanchando lá em casa.
A meu pedido ele assim se manifestou
"Prezado Cleber:
1 - Espero que você tenha recebido o meu e-mail justificando a demora em informar-lhe o que sei da família do Sr. Sebastião Gonçalves Martins, uma vez que ele já era bastante idoso quando eu tinha 7 anos. Pelo que eu ouvia dizer, ele era agrimensor e teria ido para Belisário para fazer o alinhamento das ruas. Talvez você possa confirmar esta informação investigando documentos antigos.
2 – Lembro-me de todos os filhos dele: o avô da Mirian, Maria, Marieta, casada com o Sr. Aristóteles Ferreira (o Paulo Afonso, filho deles foi um dos mais brilhantes professores da UFViçosa), Eugênia, Ismael, Jãozinho e Bartira.
Aos 7 anos fui alfabetizado pela Dª Bartira. Ela me bateu duas vezes com uma régua. Chegando em casa com o braço vermelho, apanhei de novo. Era um procedimento normal naqueles tempos.
3 – Naqueles tempos, antes do Concílio Ecumênico Vaticano II, católicos e protestantes era como se fossem inimigos. Apesar disso, quando o pastor ia a Belisário o único lugar que ele frequentava era a minha casa, onde era muito bem recebido. Como disse, naqueles tempos isso era como se fosse “um escândalo”. Lembro que as pessoas comentavam que receber o pastor era um pecado grave e que, por isso, seriam condenados ao fogo do inferno.
4 – Lembro-me de que fui ao casamento da Olga e do Dodô. A Maria Clementina, minha prima, casada com o Joaquim Gomes, tio do Dodô, convidou-me para ir ao casamento. Lembro-me de que o Dodô estava muito vermelho e a Maria Clementina comentou que ele estava com 38º de febre. Certamente febre emocional pela felicidade de estar casando com a Olga.
Continuarei oportunamente. O Dárcio tem memória melhor do que a minha. Vou consultá-lo.
Um abraço, extensivo à Mirian e Nina."

Flávio.

 


quarta-feira, 18 de setembro de 2024

QUEM SE LEMBRA DESSE PRIMO?

A missão que temos pela frente é muito nobre. Vamos acompanhar a chegada de Maria, lá em São Paulo, nos dando a alegria do quinto neto, agora de Clebinho e Pri.
O portal na saída de Belisário está quase pronto. Mais uma ação do Prefeito Marcos Guarino em favor de nosso distrito. Com absoluta certeza ele terá uma votação expressiva em nosso distrito e disso ninguém tem dúvidas.
Já passamos por Leopoldina. Vamos entrar aqui.

 

Destino Juiz de Fora.
Almoço no Shopping próximo à rodoviária e esticamos 30 km na direção BH. 
Estamos em Dias Tavares, um Distrito de Juiz de Fora.
O apito da locomotiva logo me atraiu.
Fui fotografar a estação, por onde passei muitas vezes a trabalho. A ferrovia também é minha paixão. 
Aqui o nosso destino. Viemos rever Beto, um muito querido primo meu e de Mírian, já que me casei com uma prima. 
Estudando Engenharia em JF, na década de 70, morei por uns tempos em sua casa.
Na chegada lhe tomei bênção, pensando ser tio Josué. Havia muito tempo que não o via.
 
Pudemos rever Taciano, seu filho, um vibrante produtor rural que tem aqui sua propriedade, seu gadinho, que lhe permite produzir um queijo excelente. O moleque tem sangue nos olhos. 
Sua esposa é Engenheira de uma empresa que presta serviços à MRS, a empresa que assumiu a ferrovia entre Rio-SP-BH, no lugar da Rede Ferroviária.
O casal tem uma filhinha, neta, portanto, de Beto. 

Foram momentos muito agradáveis, muitas lembranças. Pena não termos nos encontrado com o restante da família
Retornamos para Juiz de Fora onde vamos pernoitar. Maria parece não ter muita pressa em vir a esse mundo.