quinta-feira, 29 de agosto de 2024

A RELAÇÃO DA FAMÍLIA COM BELISÁRIO

Vamos trazer um pouco da história da família Gonçalves Martins para esse grupo.
Inicio falando de Sebastião Gonçalves Martins, pai de José, o nosso "Zé Izidoro", sendo os dados que passo a falar retirei do livro "História de Belisário", Tomo II, da historiadora Nina Campos.
Sebastião nasceu em 31 de outubro de 1883, sendo filho de Joaquim Gonçalves Martins e Luiza Maxim da Silva. Juntamente com seus irmãos Horácio (carpinteiro) e Izidoro Isaias (farmacêutico prático), com 22 anos  veio, em 1905, da Fazenda Bom Jardim,  município de Rio Branco,  para Belisário sendo os três os primeiros a chegarem no povoado em nascimento, a convite da família Alves Pereira. 
Izidoro veio se casar com Clementina, neta do fundador, Belisário Alves Pereira.
Sebastião  era agrimensor prático, construtor, marcineiro e em Belisário logo providenciou o traçado das ruas do povoado que estava nascendo.
Todos lembramos das habilidades manuais de tio/vô José Izidoro. Está explicado a origem genética disso.
Sebastião casou-se com Ana Godinho, que  aprendeu o ofício de parteira e em Belisário prestou relevantes serviços.
Veja essa foto do casal.
Sebastião e Ana tiveram dez filhos, todos nascidos em Belisário, sendo eles José, João, Bartira, Nailda, Marieta, Eugênia, Maria, Vicente, Édson e Ismael.
Estamos chegando no grupo.  José casou-se com Esther de Souza Lima, filha de Altivo de Souza Lima e Izolina Pereira Lima, em 30 de dezembro de 1931, ele com 23 anos e ela com 17.
Sobre Izolina acho que Clóvis pode escrever alguma coisa depois.
De José e Esther nasceram Olga, Silas, Selma, Ilda, Áurea, Ana Maria, Edna, Léa e Célia.  
Veja essa foto de qualidade ruim, por ter sido tirada do livro de Nina Campos.
Tem mais essa foto de Ana Godinho, tirada em 1970, quando ela completou 80 anos.
Quem serão essas crianças?
No livro há uma outra foto, de qualidade muito ruim, tirada na década de 70, do templo da Igreja Metodista, frequentada pela família Gonçalves Martins. Esse templo foi inaugurado em 1949, quando o Rev. José de Freitas era pastor da I.M. Central de Muriaé. O terreno foi doado por Sebastião Gonçalves Martins e a nossa casa fica na praça que leva o seu nome.
Eles moraram em uma casa nesse terreno ao lado da nossa. Alguns filhos nasceram aqui. Alguém pode descobrir isso com Áurea ou Selma.
Lembro de Silas falando do perrengue que passava pegando gado na friagem subindo esse morro, ao lado de nosso quintal.
Dei uma fugida agora pouco para uma entrevista com D. Leontina, de 95 anos, uma animadíssima integrante do nosso Projeto Mente Ativa.
No vídeo que vou postar depois, ela fala com saudade de nossa família.
Ela se lembra até nos nomes das vacas de José Izidoro.
Fui mais além, procurei essa família que foi vizinha de João e Edison Izidoro. Lembram-se de José e Esther, mas lidaram mais com os dois primeiros. Também gravei um vídeo.
Voltamos para a estrada para Muriaé e foi nessa região que os irmãos moraram e também José e Esther tiveram propriedade por aqui, onde alguns dos filhos também nasceram.
Estivemos aqui certo dia com Selma, Áurea e Silas.
Célia morreu e Esther quis voltar para Faria Lemos.
Voltando para Belisário que é tudo isso que você está vendo na foto.
Depois posto os dois vídeos.




segunda-feira, 26 de agosto de 2024

DESCENDENTES DE ALTIVO, ISOLINA & RODRIGUES. TODOS ESTAMOS DE LUTO

Na noite de domingo recebemos esse zap do primo Paulo Sérgio:
"Boa noite, primo.
Infelizmente, tenho uma má notícia para passar. Na tarde de hoje, o Gabriel,  filho do Luis Fernando meu irmão, sofreu um acidente de moto e faleceu. Estamos transtornados com o acontecido. 
Ele será sepultado amanhã as 15 horas. 
Abraço."
Que choque para Mírian e eu, e para aqueles primos para quem repassei a notícia!
Conseguimos desmarcar um compromisso e fomos com Mírian para Carangola.
O caminho mais curto passa por Miradouro.
Uma forte neblina com uma chuva bem fina em nossa região, que enfrenta uma seca há 4 meses.
Aqui pegamos a Rio-Bahia.
Em Fervedouro entramos para o nosso destino, Carangola.
Com a chuvinha fina nos acompanhando.
Cá estamos, na minha terra natal. 
Sem entrar na cidade, chegamos em Lacerdina, distrito de Carangola, por volta das 13 horas, com muita gente presente no velório, na Igreja Metodista, e presenciamos um clima de muita dor.
Muito difícil se deparar com a partida de um jovem de apenas 22 anos.
A mãe, Neuzinha e a irmã Géssica mostrando-se firmes diante dessa tragédia, contendo a dor. O pai, nosso querido Luiz Fernando, não estava presente por estar  extremamente fragilizado pela perda do filho e parceiro no negócio de produção de salgados em alta escala.
O tio Paulo Sérgio também não teve coragem de comparecer ao velório. Soube que essa também foi a sua reação também na morte de Hilda e Vicente.
Mirian quis ficar com Luiz Fernando. Logo deixamos o velório e fomos ao seu encontro, em sua casa, onde o encontramos profundamente abatido, debaixo de cobertas, na companhia de um sobrinho. 
Com o passar do tempo, foi se recuperando e já na sala pudemos lembrar muitas coisas do passado, em Lafaiete, quando ele morou por uns tempos em nossa casa, tempos de infância com Mírian, dos caramelos que ganhava de Salvador...
Voltei sozinho na Igreja Metodista, onde o corpo de Gabriel estava sendo velado, já na hora da saída para o sepultamento em Carangola.
Um número muito grande de carros tomou a direção do cemitério. 
Retornamos para a companhia do primo até que Neuzinha e Géssica  chegassem.
Por volta das 17 horas nos despedimos e pegamos a estrada de volta.
Pelo zap vários primos se solidarizaram com Luiz Fernando, como Beto, Héber, Joelson, Lena... e para ele repassamos cada áudio.
Se você tem também experiências para comentar com esse querido primo, registre aqui no campo "comentários".
No fechamento do caixão me manifestei no microfone, falando da dor que todos nós primos e tios espalhados por esse Brasil estamos sentindo.
Também lamentei o comportamento normal do ser humano em nunca achar tempo para visitas, reencontros e mensagens nos momentos felizes, conseguindo isso na hora da dor.
Com isso, Joelson e eu já estamos articulando um novo reencontro de família.
Vamos começar a pensar nisso?
Sobre o acidente: