sábado, 30 de junho de 2018

NASCEU MAIS UM SOUZA LIMA

Joelson informa que nessa sexta nasceu João,  o mais novo descendente de Altivo & Izolina, filho da Juliane, tataraneto de Ester.   Seria hexa neto de Altivo & Izolina?
Como mostramos em matéria anterior, João é  filho da Juliane,  filha da Célia Regina, que é filha de Áurea, essa bisa inteiraça que aparece na foto abaixo.

Uma vida muito abençoada para João e toda a sua linhagem citada.
E olha que ele já confirmou presença em nosso encontro, além de outro bebê, filho de Júnior, neto de Neuza Helena, bisneto de Ilda, tataraneto de Ester, e hexa neto de Altivo & Izolina. Só estamos esperando ele nascer, nos próximos dias, para confirmar a sua presença.

sexta-feira, 29 de junho de 2018

FESTA NA FAMÍLIA BAIANA

Vamos dar uma volta ao passado com foco na minha família. Tudo começou em Conselheiro Lafaiete, onde meus filhos nasceram.
Vó Olga com Bia, em 1980.
Agora com Clebinho, já que André não havia chegado.
Meus filhos entravam cedo no trabalho. Bianca aqui já lavava roupa pra fora.
Clebinho...

Agora André chegou pra completar o time.
O tempo passou, rodamos o mundo, viemos pra Salvador onde André permaneceu, tornou-se advogado e professor de Direito, se casou com Mariana e o resto você pode ver no meu blog.

http://embelisariomg.blogspot.com/2018/06/um-dos-motivos-de-nossa-vinda-aqui.html

quinta-feira, 21 de junho de 2018

OUTRO MERGULHO NO LIVRO DE CLÓVIS

Sobre o casamento de Celsino e Clea, no relato de Celineia:
"Casaram-se em dezembro de 1942. No dia 8, por coincidência, dia de Nossa Senhora da Conceição. Muitos católicos escolhiam esta data para se casar, mas meu pai era pastor metodista, e como minha mãe, criado nesta Igreja. Sequer sabiam que era dia dedicado à Nossa Senhora. Casaram-se em plena Segunda Guerra Mundial, da qual, igualmente, mal tomavam conhecimento. As grandes questões políticas pouco ou nada traziam de aflição às famílias simples de pequenos agricultores. É bom lembrar que a época é a Pré-História da Comunicação: sem televisão, sem jornais no interior e com poucos aparelhos de rádio. Mamãe conta que meu avô Altivo costumava ir à noite para um boteco no arraial, junto com outros homens sérios, todos de paletó, gravata e chapéu, para ouvir a “Voz do Brasil”. E a maioria respondia ao cumprimento do repórter “Senhores ouvintes, boa-noite”. Havia até quem pedisse “a bênção” à voz misteriosa. Meu avô Altivo não era dos tais, pois, como o próprio nome sugeria, era homem discreto e inteligente, com ares de fidalgo, como se vê nos retratos que deixou. 
O casamento foi na cidade de Muriaé e nem mesmo os pais dos noivos o assistiram, pois ambos moravam na roça distante dali. A família de minha mãe morava em Belisário e a de meu pai, em Caparaó. Amigos, porém, os ajudaram e uma das irmãs de minha mãe, tia Ester, compareceu representando a família. Não houve festas, nem mesmo um bolo, devido às dificuldades causadas pela distância entre o evento e a casa dos pais da noiva. 
No tradicional retrato perante o altar, mamãe está linda e papai de cara amarrada. Mamãe sempre contava, rindo, que ele estava furioso porque ela passara batom, um acinte. “Vaidade das vaidades, disse o pregador, tudo é vaidade”, deve ter dito meu pai, citando Eclesiastes, como costumava fazer. Só por causa do batom ameaçou desistir do casamento, imaginem! Corri assim o sério risco de ter sido eliminada antes mesmo de ser concebida. Mas, afinal, casou-se o bravo Celsino, ainda que de cara feia... um papelão. Celinéia Paradela Ferreira escreveu essa mensagem no ano de 1998. 
Voltando, porém a meus pais, viajaram no mesmo dia, de trem, para São Paulo, com baldeações e dois dias de viagem. Foram passar as festas de fim de ano na Igreja de São Roque, onde meu pai trabalhava como pastor ajudante, durante o período em que estudou na Faculdade de Teologia. Ali participaram dos cultos e comemorações de Natal e do Ano Novo. 
Mamãe gostou da viagem, embora tenha ficado assustada ao serem surpreendidos no centro da cidade por um blecaute, tão comum no tempo da guerra. Estavam felizes, pois, afinal, meu pai cumprira o seu destino, profetizado pelo meu avô e sentido por ele internamente. Cumpriu integralmente, com fidelidade e plena entrega, o seu ministério. 
Em janeiro de 1981, já inválido, ele contou isto com humor no Concílio Regional da IV Região Eclesiástica em que foi homenageado por ocasião de sua aposentadoria. Contou para fazer graça, mas muitos choraram de emoção, por vê-lo, um mito para alguns, impedido pela trombose de continuar seu ministério. Disse ele naquela ocasião: “Quero dizer duas coisas. A primeira é que quando eu nasci a parteira falou alto para meu pai: "É homem". Parece que eu ouvi e procurei honrar isso por toda a minha vida. A segunda coisa é que meu pai naquela hora me consagrou a Deus para que eu fosse pastor”. 

Mudando de assunto e de tronco familiar, veja aí os GONÇALVES ROCHA.
 
E não é para lhe assustar, mas essa é Juliane, filha de Célia Regina. Escondido debaixo desse volume está o João, que está por chegar. É isso mesmo: Áurea será bisa.
Agachada é Raquel, filha de Joelson.


Quem tem mais fotos para publicar?  Cadê o pessoal de Dalva, Amauri...?

sábado, 16 de junho de 2018

MAIS UM POUQUINHO DE HISTÓRIA

Vamos dar o terceiro mergulho no livro de Clóvis, A CASA DE MEUS PAIS E SUAS MUITAS MORADAS.

"Vovô Altivo era um homem culto, muito bem informado, e elegante no trato. Era leve e conseguia levar todo mundo na boa. Era um ponderado e sábio conselheiro. Tinha uma sabedoria sofisticada, fruto de leituras e informações, incluindo a Voz do Brasil, que sempre ouvia pelo rádio.
Minha avó Izolina, madrinha, eu conheci. Era uma mulher muito ativa, o tipo de pessoa que “fazia as coisas acontecerem”. Na rua era comum vê-la dar uma descompostura em uma mãe que estivesse maltratando e humilhando um filho. Não se conformava nem se calava; repreendia a mãe veementemente como se estivesse ensinando a uma filha. Sabia se impor e não gostava de injustiças.
Lembro-me dela morando com o tio Josué e tia Lucy, em Juiz de Fora, MG. Ele contou-me que ela descobriu, certa vez, que um casalzinho se encontrava para namorar no escurinho da Rua Dr. Tarboux, na esquina com a Rua Barão de Santa Helena, entre o Campo e o Casarão do Granbery. Ela morava com o tio Josué em uma parte do casarão. Quando o casal parava o carro na esquina, ela ficava suspirando forte, passando a mão no peito ansiosamente e dizendo: “Que absurdo, esse safado indecente fazendo isso bem na rua”. Um dia, não resistindo mais, pegou uma pedra e jogou em cima do carro. O galã namorador nem quis sair do veículo para ver quem era, arrancou e nunca mais parou por ali para namorar. Creio que se ele saísse do carro, ela estaria ali para enfrentá-lo e chamar sua atenção numa boa descompostura.
Nessa época, também havia uma vizinha da casa de cima que batia muito em seu filho. Espancava o garoto com chicote. Madrinha subiu a escada e falou com a mãe, com o dedo em riste, que iria processá-la se ela continuasse a fazer aquilo com a criança e que não admitiria mais esse tratamento dispensado ao garoto. A mãe, envergonhada, nunca mais bateu daquela forma em seu filho.
A sua firmeza e seus cabelos brancos davam uma autoridade de mãe (ou vó) que fazia as pessoas “se enquadrarem”. Ela falava firme; porém, com respeito e um misto de dureza e carinho.
Minha mãe aparentemente herdou a paciência do meu avô e a capacidade de agir de minha vó. Era paciente, porém muito ativa. Intervinha, falava, aconselhava e não gostava de injustiças. Essas características certamente ajudaram o papai em sua vida e ministério."
As fotos abaixo foram mandadas por Gilmar. Você consegue identificar todos os personagens? Eu não consigo. Quem se habilita a fazer isso nos comentários?
Filhos de Jefinho e Ruth. Quais são?
Tia  Clea, Beth e ???
Clênia (Clésio) e ???
Tios Gil, Josué e esse com a chupeta do capeta na boca?
Tio Gil com Cleinha.
Quem será no colo de Tia Clea?
Essa foto eu não deveria postar. Foi de um tempo que queremos esquecer, quando Gilmar comandava o tráfico no Alto do Minério. Ele aceitou a Cristo e é nova criatura hoje.
Estou aguardando você mandar fotos também.

Nota do blogueiro:
Tão logo postei essa matéria alguém me mandou um zap sentindo-se tocada pelo que falei de Gilmar. Isso é brincadeira, gente. Ele sempre foi bom moço.

segunda-feira, 11 de junho de 2018

VOLTANDO NO TEMPO II

Vamos dar mais um mergulho no início do século XX, para conhecermos um pouco mais da história de nossa família, através do relato de Clóvis, em seu livro A CASA DE MEUS PAIS E SUAS MUITAS MORADAS.
"Vovô Vida (Gil) comprou uma fazenda no Arraial do Soca, perto de Faria Lemos. Para lá foi com a família. Foi ele quem doou o lugar onde hoje é a Igreja Metodista de Faria Lemos, MG.
Foi do Arraial do Soca que meu avô Altivo saiu para ir buscar a minha avó, Izolina, em Vargem Alegre, para se casar. Vovó Ernestina reclamava da distância que a separava da filha, dizendo: “Esse mineirão brabo foi levar minha filha para tão longe”. Na época, as expressões “mineiro brabo” ou “mineiro pau” eram para registrar que o dito cujo era do interior do estado mesmo, lá de longe.
Vovô Altivo e a madrinha, após o casamento, foram morar num lugar chamado
Padaria, entre Tombos e Faria Lemos, onde meu avô teve uma propriedade. Nesse local, tiveram as maiores infelicidades de suas vidas, pois perderam três filhos dentre os quatro primeiros.
A madrinha falava sempre com muita tristeza dessas perdas. Meus avós ficaram desgostosos com o lugar, venderam a terra e compraram uma fazenda na Serra Queimada, para onde se mudaram, juntamente com minha tia Ester.
Na Serra Queimada, nasceram minha mãe e meus tios Gil, Elmerita (Nininha) e
Josué, de quem minha avó padeceu um parto difícil. Quando veio o tio Joaquim,
caçula, nascido em 26/05/1925, meus avós resolveram passar alguns dias em Faria Lemos, MG e ficar em uma das muitas casas que o vovô Vida (Gil) possuía.
Em Faria Lemos, havia mais recursos para acompanhar o parto. Nessa época, a
Igreja de Faria Lemos tinha um ponto de pregação na fazenda, na casa do vovô
Altivo. O terreno onde é a Igreja hoje foi doado por ele.
No início de 1928, meus avós resolveram vender a Fazenda de Serra Queimada e mudar-se para Belisário, perto de Muriaé, onde meu avô havia comprado um sítio. Com a crise de 1929 e a quebra do café, meu avô não falido, porém sem dinheiro algum, deixou a sua propriedade e voltou para a região de Faria Lemos, para trabalhar administrando duas fazendas do tio Darcé (Fazenda Miraserra no Arraial da Caatinga, e Fazenda dos Andes, onde meus avós moraram, perto de Santa Clara, MG). Já dizia um mineiro ilustre, “mineiro é sempre de perto, de algum lugar”.
Tio Joaquim, na época com quatro anos, contou que a viagem parecia ser de um bando de ciganos. Eram muitas pessoas: meu avô, avó, minha mãe e tios foram montados cada um em seu cavalo, juntamente com o José Isidoro, então noivo de minha tia Ester. Joaquim foi montado na cabeça do arreio do José Isidoro.
Em 1938/39, o primo Valter, filho do tio Darcé, formou-se e foi tomar conta da fazenda, juntamente com o vovô Altivo. Eles não se entenderam muito bem e o vovô, sentindo-se injustiçado, resolveu mudar-se novamente para seu sítio em Belisário. Nessa época, já tinha melhorado um pouco de vida e ali morou por muitos anos.
Em 1943, dentre os colonos que trabalhavam para meu avô Altivo, estava meu avô Virgílio que, saindo, da Serra do Caparaó, mudou-se para Belisário juntamente com minha avó, Carlota, e meus tios Isaías, Talita e Noeme, que ainda estavam solteiros.
Não conheci o vovô Altivo, mas mamãe e meus tios contavam que ele era um símbolo de paciência e compassividade. Sempre calmo e solícito para atender às necessidades dos filhos. Ele nunca batia nas crianças e quem as corrigia no chicote era minha avó. Quando uma criança acordava à noite e ficava com medo, a madrinha ficava impaciente e mandava dormir pra lá, mas o vô Altivo chamava para si e pacientemente ficava conversando e contando história até a criança dormir."


Um comentário meu aqui na matéria é que curiosamente foi através desse capítulo do livro que descobri que todos os nossos avós, meus e de Mirian, moraram em Belisário. Já estávamos morando aqui quando descobrimos isso. Estivemos nas ruínas da casa onde os avós Virgílio e Carlota moraram, onde ainda tem pedaços do fogão a lenha. Nunca soube exatamente onde foi o sítio de Padrinho e Madrinha.
Sempre vamos postar fotos e documentos, se vocês continuarem mandando, como fez Gilmar.

Veja essa carta de Salvador, datada de novembro de 1957, encaminhada a Cleonice, mãe de Leila Márcia (explicação para os mais novos), justificando a sua ausência no primeiro aniversário de Lúcio Flávio. Lucinho nos deixou muito precocemente. Moramos juntos, por um tempo, na casa de Tio José, na Rua Princesa Isabel, no Granbery, onde ele fazia CTU e eu Engenharia.
Época boa em que os Correios traziam coisas agradáveis. Hoje somente boletos, contas de água, luz, multa de trânsito e intimação da polícia.

Veja que chique. Salvador tinha até papel timbrado em seu comércio em Patrocínio do Muriaé, onde ele também foi vereador, na primeira Câmara, depois de ser criado o município. Já tirei nessa foto lá. De repente alguma Sigiliano guardou e vai me mandar.

Essa foi mandada por Cibele, tirada com Gilmar.


De volta ao presente. Célia com o netos gêmeos, Pedro e Letícia, na Igreja Presbiteriana de Copacabana.
Letícia na direita.

sábado, 9 de junho de 2018

VAMOS VOLTAR MUUUITO LÁ ATRÁS

O casal abaixo é Gil de Souza Lima e Amélia de Souza Lima. Joelson mandou as fotos. Você sabe quem são? Então vamos recorrer ao livro do Clóvis A Casa de Meu Pai e Suas Muitas Moradas,  narrando a vida de nossa pai Celsino Paradela, no capítulo A família a que Celsino se agregou:

Souza Lima, Pereira Mendonça e Tavares
As famílias Souza Lima, Pereira e Mendonça são muito misturadas. Tavares um pouco menos. Nos encontros da família, ficava até engraçado desembolar os nós das misturas dos nomes. Houve muitos casamentos e essas famílias viraram praticamente uma só.

Minha mãe, Cléa, era filha dos primos Altivo de Souza Lima e Izolina de Souza Lima (que passou a ser conhecida como Pereira Mendonça), avós que eram chamados de padrinho e madrinha pelos seus netos. Vovô Altivo era filho de Gil de Souza Lima e Amélia Tavares.
A madrinha era filha de Joaquim (Quinca) Pereira Mendonça e Ernestina de Souza Lima. Fui informado pela família de Laranjais que o Joaquim, meu bisavô, e seus irmãos foram registrados com o sobrenome PEREIRA DE SOUZA LIMA, mas mudaram para MENDONÇA, para não ter os filhos convocados para a guerra.

O meu bisavô Gil era irmão de Ricardo, pai da Ernestina e primo em segundo grau (ou tio) do Quinca. O Quinca também era primo de segundo (ou primeiro) grau da sua esposa, Ernestina. Os três tinham um parentesco também com Amélia Tavares. Todos viviam em Vargem Alegre, que pertence à cidade de Laranjais, na época Laranjeiras, no Estado do Rio de Janeiro.
Na família, era comum e até estimulado o casamento entre parentes. A madrinha, quando “fazia propaganda” de alguma bom rapaz para minhas irmãs e/ou primas, depois de diversos elogios, falava baixinho o maior de todos eles: “é  Souza Lima”. Ela, filha de Souza Lima, casou-se também com um Souza Lima.
Dos descendentes de Quinca Mendonça, dentre os quais eu me incluo, muitos se tornaram pastores, quase todos da Igreja Metodista. Quinca era piedoso e pregador do Evangelho. Meu tio Joaquim repetiu para mim a história ouvida de sua mãe, Izolina. Quinca havia sido fabricante de cachaça antes de ser crente. Quando se converteu, parou de fabricar, mas guardou algumas garrafas da “água ardente”.
Certo domingo, chegou a informação de que o pastor não iria. Tinha muita gente na Igreja, pois na época o povo se juntava de muitos lugares para ter as raras oportunidades de ouvir os pastores. Com circuitos grandes, geralmente, os pastores iam uma vez por mês a locais como aqueles para ministrar a ceia, batizar, fazer casamentos e outros atos religiosos.
Algumas lideranças da Igreja foram até o Quinca dizendo que ele teria que pregar, pois era um dos poucos que sabiam ler e o único que poderia dizer algumas palavras. O Quinca falou: “Não posso, gente, eu não sei pregar”. Um dos líderes respondeu: “É você mesmo, porque não tem mais ninguém. Você lê na Bíblia e explica para nós o que está falando no texto”. Sem conseguir “fugir da raia”, Quinca retirou-se para orar e resolveu tomar uma pequena dose de cachaça para “criar coragem”. Foi assim que conseguiu pregar o primeiro sermão. Ele era um homem muito piedoso e bom. Certamente, Deus entendeu e perdoou a sua atitude.
Ele e seu irmão João doaram o local onde hoje é a Igreja Metodista de Vargem Alegre, MG.
( isso foi só um tira gosto. O capítulo será mostrado em doses) 
Sempre pretendo mostrar fotos e para isso preciso recebê-las. Mande para que eu posso fazer isso. (32) 99967 5567 ou coparadela@gmail.com. Joelson é muito bom nisso.
Bodas de Ouro de Esther e José, em 1981.

Olga, Silas, Selma, Ilda, Léa, Áurea, Ana Maria, Édina 

Esther e José, em 30 de dezembro de 1931.
Paradelada em festa de Natal no Rio.
Um motivo especial para destacar a família de Cibele: Tiago e Marina.
Ontem Fizeram uma festa de aniversário de Marina. Tá linda a bichinha..
Mande foto para ter mais matérias. Cadê os Batalhas? Cadê a turma do Gilmar?

Por falar em Batalhas, olha que legal o recado de Kenya, que os representa no grupo:

"Gente , Kenedy , de Brasília , está pensando em organizar uma caravana de Brasília para vir . E , se tivesse essa casa grande para hospedar quem viesse de Fora seria ótimo . A Kely está interessada também na opção".

quinta-feira, 7 de junho de 2018

COMO VÃO ANDANDO AS COISAS?

Tá só começando mas vamos passando o “clima da coisa”. 

Héber está com a responsabilidade de oferecer alternativas quanto ao local. Há uma preocupação quanto ao custo, de forma que ninguém fique de fora em função disso. Ele trabalha com a hipótese de locação de um espaço de festa, e também em algum hotel. Ele irá viajar amanhã (aliás ele e Dina não saem da estrada), mas na segunda já estará vendo opções. Ontem dei a ele uma sugestão. Vários dos Paradelas estarão vindo do Rio e pretendem se hospedar em hotéis. Sugeri ao sobrinho Gabriel (Leonardo/Celineia/Clea) que procurasse uma grande casa, pelo site AIRBNB, no Bairro Aeroporto, por exemplo, onde eles pudessem se hospedar e onde pudéssemos realizar o encontro. Dividiríamos esse custo, de forma a ficar bom para todos, hóspedes e encontreiros. 

Joelson: Da parte da vó Esther, muitos moram longe e já irão ter despesas com viagem. Vamos ver algo de menor custo. Espero um bom grupo do tronco da Vovó, sendo que Cléber deve motivar os Sigilianos, com apoio do Beto, Eloi e Mauro. Estão lembrando da Sandra e filhos? Creio que seremos uns trinta, sem os Sigilianos. 

Kenya Mara: Estou enviando a mensagem para o pessoal da Vovó Nininha ... o pessoal da tia Lindinalva está animado ... de Teresópolis (tia Dalva ) estão pensando em vir . De Brasília ainda estou contactando ..... acho que pelo menos uns 20 devem vir. Gostei da ideia da granja. Do tio Amauri , acho que só vem ele. Da tia Dalva acho que ela, tio Paulo, se estiver bem , Valéria e esposo. Norma não sei ... da tia Lindinalva vem todo mundo (ela , tio Luís , filhas , maridos e netos ) lá de casa somos 7 (sem o Léo que precisa ver pois mora em Brasília , esposa também trabalha e dois filhos pequenos .. precisaria de uma semana ... aí preciso saber do pessoal do tio Jefinho (lá de Brasília ) 

Heber: Muito bom! Tá pintando um encontro memorável. Vou trabalhar aqui com uma previsão inicial de 100 pessoas. Acho que é bem razoável para o primeiro encontro. Claro que vou prever uma variação inicial de mais ou menos 20%. A medida que tivermos mais informações o número vai sendo atualizado. Na segunda já vou em um local. 

Veja essa foto abaixo. Se você conhece todos, vá matando saudades e pensando na alegria de revê-los. Se você não conhece, não pode deixar de estar no encontro. Você está perdendo contato com pessoas muito queridas e muito especiais.
Sobre a brincadeira com Héber, os Paradelas têm uma "causo" de família. Eles viajam tanto que um dia D. Filhinha, sogra de Celineia, que passou a ser apenas Celi, fez o seguinte comentário: " os Paradelas andam tanto que qualquer hora que você imaginar, com certeza tem um Paradela dentro de um ônibus, em alguma estrada do Brasil".

Fique ligado. Até a próxima matéria!

quarta-feira, 6 de junho de 2018

VAMOS RECORDAR?

Os Martins saíram na frente. Joelson e Leila Márcia nos mandaram algumas fotos da família, com foco maior em Silas. Então vamos postar. 
A Comissão Organizadora entendeu que o blog não deve ser um espaço de tristeza e sim de boas recordações. Aliás, como famílias cristãs que somos, é assim que vemos a despedida daqueles que nos deixam. Boas lembranças, e gratidão a Deus pelo que eles significaram para nós.
Quem vai nos falar que fazenda é essa?
O dono do retrato você lê abaixo.
Imagino que seja em Belisário. Acertei? Quem me responder eu corro e atualizo aqui, para ficarmos com um histórico completo. Isso pode ser feito pelo meu zap (32999675567). No final da matéria tem a opção de comentar.
Olha que foi o examinador do pequeno Silas. Vai ser isento assim lá em Belisário. Essa vai para o nosso museu, lá no GAB.
Belisário melhorou muito. Esse poste preto hoje é branquinho.
Foram muito amigos esses dois.
Essa primeiro da esquerda era um gato. Por isso Joelson só o chamava de "lindo". Lembra disso, Joelson? Eu dava tipo 10 centavos para cada vez que ele me chamasse assim. Espontaneamente ele fazia isso umas cem vezes por dia. O cara hoje tem uma mansão em Pinheiros (SP)
Desde o passado
Foste nossa luz
Sol que até hoje
Com fulgor reluz!
Sê nosso Esteio
Guia e Proteção
Tua Palavra, lei e direção
(Deus dos Antigos)
Já sem Tio Gil.
Graças dou por estas vidas: pelo bem que revelou
Graças dou pelo futuro, e por tudo que passou
Pelas bênçãos derramadas, pela dor, pela aflição
Pela graça revelada! - graças dou pelo perdão

Era um moleque esse menino único.
Gostávamos de ir visitar Silas, Lauriene e Lucas,  em Faria Lemos, e passar na casa de Paulo Sérgio e Marília, mesmo eles nunca terem vindo em Belisário no ver. Parentes ricos sempre são mais arredios.
Mais uma ida a Faria Lemos. Agora com uma comitiva maior.
Lauriene tentando ver se melhorava a cara do marido. 
Como se vê nada melhorou.
Lucas só chegou depois da foto.
Outra ida ver os primos.

Nessa ida topamos, sem saber, com mais gente querida. Nina foi conosc



Sempre almoçávamos no Restaurante Picanha, em Carangola.

Essa ida não foi nada agradável. Fomos dar um tchau pro tio/primo.
Levy gostou muito de rever o casal, na passagem por Carangola. Eles não tiveram coragem de ir no adeus. A vida continua, até que chegue a nossa vez e que eu seja o último.
Quem vai mandar mais fotos para mais boas lembranças?