segunda-feira, 28 de julho de 2025

VOLTAMOS À TERRA NATAL

Foi nessa segunda pela manhã. Em Fervedouro entrando para Carangola.

Passando por Alvorada, distrito de Carangola. Ninguém tem certeza dissso mas, leia a possível origem do nome:
"Todo brasileiro sabe que o Palácio da Alvorada é o local onde residem os presidentes da República. Mas, certamente, a grande maioria não sabe o motivo pelo qual o criador de Brasilia, Juscelino Kubistchek de Oliveira, batizou com esse nome o principal palácio da capital. Naquela época, um de seus amigos mais próximos era Victor Nunes Leal, ministro do STF. Mineiro como JK, Victor Nunes Leal passou por diversos cargos públicos durante o governo do seu particular amigo. A admiração de JK era tanta pelo ministro Victor Nunes Leal que, ao construir Brasília, Juscelino deu o nome ao Palácio da Alvorada em homenagem ao seu amigo nascido no distrito de Alvorada, em Carangola, em Minas Gerais. Nunes Leal faleceu no dia 17 de maio de 1985 no Rio de Janeiro."
Cibele e Clésio estavam fazendo a Caminhada da Luz nessa região até o Pico da Bandeira. Ele foi cedo para BH e Mirian e eu fomos buscá-la nesse hotel. Lá vem ela de mala e cuia.
Direto para a casa de Luiz Fernando, no Distrito de Lacerdinha.
Onde sempre somos muito bem recebidos por ele e Neuzinha.
Ambos são poderosos proprietários dessa fábrica de salgados.
Quase tudo mecanizado. Luiz vai explicando tudo para Cibele. Cada salgado uma peça diferente na ponta da máquina.
Outra máquina controla a dosagem de cada ingrediente e do recheio e asssim, todos saem do mesmíssimo peso.
Da outra vez conhecemos o Maridão" e fiquei curioso para conhecer do seu ramo de negócio com amendoim.
Ele é vizinho e é o melhor amigo de Luiz.
Vá vendo as pastas.
Matéria prima vinda do Estado de São Paulo e Indonésia.
Gentilmente ele vai nos dando diversas provas das pastas.
              É uma tentação.
      Vou levar algumas e esse açaí.
Na fábrica de Luiz Fernando não tinha salgados e vamos precisar deles amanhã, aqui em Belisário. Passamos na lanchonete de Géssica e Iago para pegar algumas centenas. Só assim se consegue comprar algo da mão desse primo.
As primas Cibele e Géssica  vão se conhecendo.
Tem alguma coisa mexendo dentro dessa barriga e não são gases.
Fomos ver a casa onde nasci há exatamente 72 anos.
Dei uma olhada para ver se não deixei aqui um bico, mamadeira ou brinquedo.
A casa está em obras. Se minhas tias Selma, Áurea e Edna se juntassem e me ajudassem eu compraria esse imóvel e faria aqui o Museu Cleber Paradela.
Voltamos para nos despedir de Neuzinha e vem a generosidade desse casal. Vão nos dar essas baitas coxinhas para levarmos para Belisário
Almoçamos em Miradouro e estamos chegando em casa.
Sempre bom estarmos revendo parentes queridos que fazem parte de nossa história.

domingo, 6 de julho de 2025

DANDO SEQUÊNCIA À NOSSA VIAGEM DE SEXTA

Mostrei  a viagem na sexta, com a amiga Nina e Mírian, até Faria Lemos. Vamos dar sequência.
Fomos por Pedra Dourada e retornamos por Carangola.
Passamos rapidamente pela casa de Luiz Fernando/Neuza, deixamos com ele um isopor, onde ele nos mandou salgados da última vez que lá estivemos mas, foi em vão. Ele novamente colocou mais salgados. Pensa num cara generoso.
Saímos logo, e Neusa veio no nosso carro. 
Parei rapidamente nessa chique lanchonte para ver Géssica, filha do casal, mas ela não estava.
Veja que beleza! A família está voando alto. Terão a fábrica de salgados no terceiro andar.
O marido Iago estava no caixa. Nem deu para conversarmos pois, parei o carro sobre a ponte.
Partimos para o Restaurante Picanha. Logo topamos com um amigo, o Cabo Mateus, do Corpo de Bombeiros, que veio falar que gosta muito de beber a Cerveja Dona Nina, fabricada pela Beerlisário.
Pedimos uma picanha, mas estava muito dura.
Olha que beleza de companhias! Os primos Luiz Fernando e Neuza.
Sempre a gente vinha nesse restaurante, quando serviam uma picanha macia do Mato Grosso.
Essa vinda foi em 2012, com Silas e Lauriene.
Nesse dia a mesa foi aumentada com Celso, Neuza Helena, Paulo Sérgio e Marília.
Opa! Mirian corrigiu. Esse encontro foi na casa de Paulo Sérgio.
Agora com seus filhos e netos. 
Agora em 2014, com Beto, Héber e Eloy.
Ainda em 2014, outro dia.
Novamente com Silas em 2015.
Mirian se lembra de termos ido lá outras vezes, mas não tenho registro. Luiz Fernando foi na frente e nos deixou na oficina de Paulo Sérgio.
Muito bem montada por sinal. Ao lado eles têm um mercado. Dizem que eles são os maiores empresários de Carangola. Eu acredito.
O senhor é tio de Marília.
Sempre generosos, logo ele foi dar um brinde para Mírian.
Um cheiroso café de Pedra Dourada.
Um retrato mais recente da familia de Paulo Sérgio/Marília. Uma moçada brilhante no mundo acadêmico. Um deles está na Arábia Saudita, se não me engano, onde é especialista na manutenção de helicópteros.
É assim a vida, não se corre para ver parentes apenas quando há óbito.