Foi nessa segunda pela manhã. Em Fervedouro entrando para Carangola.

Passando por Alvorada, distrito de Carangola. Ninguém tem certeza dissso mas, leia a possível origem do nome:
"Todo brasileiro sabe que o Palácio da Alvorada é o local onde residem os presidentes da República. Mas, certamente, a grande maioria não sabe o motivo pelo qual o criador de Brasilia, Juscelino Kubistchek de Oliveira, batizou com esse nome o principal palácio da capital. Naquela época, um de seus amigos mais próximos era Victor Nunes Leal, ministro do STF. Mineiro como JK, Victor Nunes Leal passou por diversos cargos públicos durante o governo do seu particular amigo. A admiração de JK era tanta pelo ministro Victor Nunes Leal que, ao construir Brasília, Juscelino deu o nome ao Palácio da Alvorada em homenagem ao seu amigo nascido no distrito de Alvorada, em Carangola, em Minas Gerais. Nunes Leal faleceu no dia 17 de maio de 1985 no Rio de Janeiro."


Cibele e Clésio estavam fazendo a Caminhada da Luz nessa região até o Pico da Bandeira. Ele foi cedo para BH e Mirian e eu fomos buscá-la nesse hotel. Lá vem ela de mala e cuia.

Direto para a casa de Luiz Fernando, no Distrito de Lacerdinha.

Onde sempre somos muito bem recebidos por ele e Neuzinha.
Ambos são poderosos proprietários dessa fábrica de salgados.

Quase tudo mecanizado. Luiz vai explicando tudo para Cibele. Cada salgado uma peça diferente na ponta da máquina.


Outra máquina controla a dosagem de cada ingrediente e do recheio e asssim, todos saem do mesmíssimo peso.

Da outra vez conhecemos o Maridão" e fiquei curioso para conhecer do seu ramo de negócio com amendoim.
Ele é vizinho e é o melhor amigo de Luiz.

Vá vendo as pastas.

Matéria prima vinda do Estado de São Paulo e Indonésia.

Gentilmente ele vai nos dando diversas provas das pastas.


Vou levar algumas e esse açaí.

Na fábrica de Luiz Fernando não tinha salgados e vamos precisar deles amanhã, aqui em Belisário. Passamos na lanchonete de Géssica e Iago para pegar algumas centenas. Só assim se consegue comprar algo da mão desse primo.

As primas Cibele e Géssica vão se conhecendo.

Tem alguma coisa mexendo dentro dessa barriga e não são gases.

Fomos ver a casa onde nasci há exatamente 72 anos.

Dei uma olhada para ver se não deixei aqui um bico, mamadeira ou brinquedo.

A casa está em obras. Se minhas tias Selma, Áurea e Edna se juntassem e me ajudassem eu compraria esse imóvel e faria aqui o Museu Cleber Paradela.


Voltamos para nos despedir de Neuzinha e vem a generosidade desse casal. Vão nos dar essas baitas coxinhas para levarmos para Belisário

Almoçamos em Miradouro e estamos chegando em casa.


Sempre bom estarmos revendo parentes queridos que fazem parte de nossa história.





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