Na noite de domingo recebemos esse zap do primo Paulo Sérgio:
"Boa noite, primo.
Infelizmente, tenho uma má notícia para passar. Na tarde de hoje, o Gabriel, filho do Luis Fernando meu irmão, sofreu um acidente de moto e faleceu. Estamos transtornados com o acontecido.
Ele será sepultado amanhã as 15 horas.
Abraço."
Que choque para Mírian e eu, e para aqueles primos para quem repassei a notícia!

O caminho mais curto passa por Miradouro.

Uma forte neblina com uma chuva bem fina em nossa região, que enfrenta uma seca há 4 meses.

Aqui pegamos a Rio-Bahia.

Em Fervedouro entramos para o nosso destino, Carangola.

Com a chuvinha fina nos acompanhando.

Cá estamos, na minha terra natal.
Sem entrar na cidade, chegamos em Lacerdina, distrito de Carangola, por volta das 13 horas, com muita gente presente no velório, na Igreja Metodista, e presenciamos um clima de muita dor.
Muito difícil se deparar com a partida de um jovem de apenas 22 anos.

A mãe, Neuzinha e a irmã Géssica mostrando-se firmes diante dessa tragédia, contendo a dor. O pai, nosso querido Luiz Fernando, não estava presente por estar extremamente fragilizado pela perda do filho e parceiro no negócio de produção de salgados em alta escala.
O tio Paulo Sérgio também não teve coragem de comparecer ao velório. Soube que essa também foi a sua reação também na morte de Hilda e Vicente.
Mirian quis ficar com Luiz Fernando. Logo deixamos o velório e fomos ao seu encontro, em sua casa, onde o encontramos profundamente abatido, debaixo de cobertas, na companhia de um sobrinho.
Com o passar do tempo, foi se recuperando e já na sala pudemos lembrar muitas coisas do passado, em Lafaiete, quando ele morou por uns tempos em nossa casa, tempos de infância com Mírian, dos caramelos que ganhava de Salvador...
Voltei sozinho na Igreja Metodista, onde o corpo de Gabriel estava sendo velado, já na hora da saída para o sepultamento em Carangola.
Um número muito grande de carros tomou a direção do cemitério. 

Retornamos para a companhia do primo até que Neuzinha e Géssica chegassem.
Por volta das 17 horas nos despedimos e pegamos a estrada de volta.
Pelo zap vários primos se solidarizaram com Luiz Fernando, como Beto, Héber, Joelson, Lena... e para ele repassamos cada áudio.
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No fechamento do caixão me manifestei no microfone, falando da dor que todos nós primos e tios espalhados por esse Brasil estamos sentindo.
Também lamentei o comportamento normal do ser humano em nunca achar tempo para visitas, reencontros e mensagens nos momentos felizes, conseguindo isso na hora da dor.
Com isso, Joelson e eu já estamos articulando um novo reencontro de família.
Vamos começar a pensar nisso?
Sobre o acidente:


Lamentando muito o ocorrido, não compreendendo mas aceitando os planos do nosso soberano Pai. Uma dor incalculável, que somente o Espírito Santo consolador pode curar com o tempo. É isso que peço a Deus nesse momento, muita força para essa família cheia de Fé.
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