sábado, 9 de junho de 2018

VAMOS VOLTAR MUUUITO LÁ ATRÁS

O casal abaixo é Gil de Souza Lima e Amélia de Souza Lima. Joelson mandou as fotos. Você sabe quem são? Então vamos recorrer ao livro do Clóvis A Casa de Meu Pai e Suas Muitas Moradas,  narrando a vida de nossa pai Celsino Paradela, no capítulo A família a que Celsino se agregou:

Souza Lima, Pereira Mendonça e Tavares
As famílias Souza Lima, Pereira e Mendonça são muito misturadas. Tavares um pouco menos. Nos encontros da família, ficava até engraçado desembolar os nós das misturas dos nomes. Houve muitos casamentos e essas famílias viraram praticamente uma só.

Minha mãe, Cléa, era filha dos primos Altivo de Souza Lima e Izolina de Souza Lima (que passou a ser conhecida como Pereira Mendonça), avós que eram chamados de padrinho e madrinha pelos seus netos. Vovô Altivo era filho de Gil de Souza Lima e Amélia Tavares.
A madrinha era filha de Joaquim (Quinca) Pereira Mendonça e Ernestina de Souza Lima. Fui informado pela família de Laranjais que o Joaquim, meu bisavô, e seus irmãos foram registrados com o sobrenome PEREIRA DE SOUZA LIMA, mas mudaram para MENDONÇA, para não ter os filhos convocados para a guerra.

O meu bisavô Gil era irmão de Ricardo, pai da Ernestina e primo em segundo grau (ou tio) do Quinca. O Quinca também era primo de segundo (ou primeiro) grau da sua esposa, Ernestina. Os três tinham um parentesco também com Amélia Tavares. Todos viviam em Vargem Alegre, que pertence à cidade de Laranjais, na época Laranjeiras, no Estado do Rio de Janeiro.
Na família, era comum e até estimulado o casamento entre parentes. A madrinha, quando “fazia propaganda” de alguma bom rapaz para minhas irmãs e/ou primas, depois de diversos elogios, falava baixinho o maior de todos eles: “é  Souza Lima”. Ela, filha de Souza Lima, casou-se também com um Souza Lima.
Dos descendentes de Quinca Mendonça, dentre os quais eu me incluo, muitos se tornaram pastores, quase todos da Igreja Metodista. Quinca era piedoso e pregador do Evangelho. Meu tio Joaquim repetiu para mim a história ouvida de sua mãe, Izolina. Quinca havia sido fabricante de cachaça antes de ser crente. Quando se converteu, parou de fabricar, mas guardou algumas garrafas da “água ardente”.
Certo domingo, chegou a informação de que o pastor não iria. Tinha muita gente na Igreja, pois na época o povo se juntava de muitos lugares para ter as raras oportunidades de ouvir os pastores. Com circuitos grandes, geralmente, os pastores iam uma vez por mês a locais como aqueles para ministrar a ceia, batizar, fazer casamentos e outros atos religiosos.
Algumas lideranças da Igreja foram até o Quinca dizendo que ele teria que pregar, pois era um dos poucos que sabiam ler e o único que poderia dizer algumas palavras. O Quinca falou: “Não posso, gente, eu não sei pregar”. Um dos líderes respondeu: “É você mesmo, porque não tem mais ninguém. Você lê na Bíblia e explica para nós o que está falando no texto”. Sem conseguir “fugir da raia”, Quinca retirou-se para orar e resolveu tomar uma pequena dose de cachaça para “criar coragem”. Foi assim que conseguiu pregar o primeiro sermão. Ele era um homem muito piedoso e bom. Certamente, Deus entendeu e perdoou a sua atitude.
Ele e seu irmão João doaram o local onde hoje é a Igreja Metodista de Vargem Alegre, MG.
( isso foi só um tira gosto. O capítulo será mostrado em doses) 
Sempre pretendo mostrar fotos e para isso preciso recebê-las. Mande para que eu posso fazer isso. (32) 99967 5567 ou coparadela@gmail.com. Joelson é muito bom nisso.
Bodas de Ouro de Esther e José, em 1981.

Olga, Silas, Selma, Ilda, Léa, Áurea, Ana Maria, Édina 

Esther e José, em 30 de dezembro de 1931.
Paradelada em festa de Natal no Rio.
Um motivo especial para destacar a família de Cibele: Tiago e Marina.
Ontem Fizeram uma festa de aniversário de Marina. Tá linda a bichinha..
Mande foto para ter mais matérias. Cadê os Batalhas? Cadê a turma do Gilmar?

Por falar em Batalhas, olha que legal o recado de Kenya, que os representa no grupo:

"Gente , Kenedy , de Brasília , está pensando em organizar uma caravana de Brasília para vir . E , se tivesse essa casa grande para hospedar quem viesse de Fora seria ótimo . A Kely está interessada também na opção".

Um comentário:

  1. Estou ansiosa por esse encontro.
    Mantenho principalmente com Gilmar, Cleinha Regina, jenya, Kelly , Lena e Wilma um contato virtual. Com os outros nao tenho msis contato . A vida nos separa , isso é normal acontecer . Mas será uma alegria rever casa um que nos der a alegria de sua presença .
    Se Deus quiser , lá estarei em setembro nem encontro que promete ser maravilhoso .
    Grande abraço
    Cibele Gurgel

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